Minimalismo quente e maximalismo orientam tendências de cores e acabamentos nos interiores residenciais

As escolhas de cores e acabamentos nas residências têm sido fortemente influenciadas por duas correntes estéticas distintas, o minimalismo quente e o maximalismo, que vêm redefinindo a relação dos consumidores com os espaços internos. Enquanto uma vertente prioriza ambientes mais neutros, com menor carga visual, a outra valoriza a sobreposição de cores, texturas e elementos como forma de expressão individual, com referências à estética analógica e à linguagem visual marcante dos anos 1980.

A partir de 2026, o minimalismo quente (warm minimalism) se consolida como uma evolução do minimalismo tradicional. A proposta mantém a simplicidade e a organização visual, mas substitui a base fria por tonalidades mais acolhedoras, como beges, tons terrosos, areia e variações de off-white. Materiais naturais e superfícies com leve textura passam a integrar os projetos, criando ambientes equilibrados, funcionais e com maior sensação de conforto e permanência.

Em sentido oposto, o maximalismo reforça o uso da cor como elemento central da composição. A estética se apoia em contrastes, sobreposições e na valorização de objetos com significado afetivo. Tons saturados, combinações de estampas e diferentes texturas ganham espaço, transformando paredes, tetos e detalhes arquitetônicos em protagonistas do ambiente. Em propostas mais ousadas, pisos e áreas de circulação também passam a integrar a paleta cromática do projeto.

Nesse cenário de contrastes, o portfólio de soluções da Hidracor acompanha ambas as direções. Para propostas alinhadas ao minimalismo quente, tons como Branco Gelo, Marfim e Areia surgem como opções versáteis para paredes, tetos, portas, grades e janelas, em acabamentos fosco, semibrilho, acetinado e alto brilho. Já para espaços maximalistas, a cartela inclui cores como Amarelo Vainilla, Vermelho Caribe e Laranja Havaí, além de texturas que podem ser aplicadas em paredes de destaque ou combinadas entre si.