Artesp e Prolata visitam lojas na Baixada Santista

O diretor de Operações da Associação dos Revendedores de Tintas (Artesp), Salvador Nascimento, visitou 31 lojas de tintas na Baixada Santista na semana passada. Ele foi acompanhar Gisele Rinaldi, da Prolata Reciclagem, associação sem fins lucrativos, criada em 2012, por uma iniciativa da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) e com coordenação e patrocínio conjunto com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati) para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e demais políticas de resíduos.

A visita faz parte da estratégia da cadeia de produção e comercialização de tintas de cumprir todas as etapas da chamada logística reversa, prevista na PNRS. O objetivo é garantir que as embalagens vazias possam ser coletadas e recicladas da forma correta, sem serem descartadas no meio ambiente e gerando valor para toda a cadeia de reciclagem, especialmente para os catadores.

Para isso, o plano de ação definido no Termo de Cooperação Ambiental, assinado em novembro de 2018, entre o Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (Gaema), do Ministério Público de São Paulo; a Artesp, a Abeaço, e a Abrafati definiu a implementação de Pontos de Entrega Voluntária (PEV) na Baixada Santista

“Nós fomos conferir como está o processo de escoamento das latas e a documentação das lojas que participam da primeira faze do programa de reciclagem”, explicou Salvador Nascimento. Nesta primeira fase, participam lojas de Santos, Guaruja, São Vicente e Itanhaém. A segunda fase deve começar em novembro deste ano. O diretor a Artessp lembra que o programa tem um princípio básico de rastreabilidade. “Nós precisamos saber, a partir do momento que o consumidor descarta a lata vazia na revenda, para onde ela vai, qual cooperativa irá fazer a triagem e entregar no entreposto da siderúrgica, com a garantia que ela será reciclada e que irá virar lata de tinta novamente. Todos os processos precisam estar devidamente controlados e regulamentos com as normas estabelecidas no projeto.”

Até por isso, na visita, foi entregue um dossiê com toda a documentação para as lojas terem caso sejam fiscalizadas pelas secretarias municipais de meio ambiente. “É importante lembrar também que as lojas participantes devem ter no ponto de venda um material informativo com indicações de que a loja participa do programa recebendo as latas de tintas ou indicando uma loja que faça isso. A falta desses documentos, inclusive dos cartazes, pode acarretar em multa”, finalizou Salvador Nascimento.

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