LOGO - PRÊMIO DE ARQUITETURA 2017

O Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel realizaram, na manhã desta terça-feira (11), o lançamento para a imprensa do 4º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel.  Pelo quarto ano consecutivo, o prêmio faz um mapeamento da produção arquitetônica contemporânea brasileira, ao destacar, projetos significativos construídos no panorama atual brasileiro. A relação urbana e o comprometimento com o sítio de implantação e a sustentabilidade, bem como a inventividade projetual e construtiva são os critérios fundamentais que norteiam a premiação.

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“Este prêmio, possível por parceria com a AkzoNobel, é uma forma de colocarmos uma lente sobre a produção atual, realizada por jovens profissionais, num esforço de elevar a qualidade da arquitetura brasileira”, afirmou Ricardo Ohtake, arquiteto e presidente do Instituto Tomie Ohtake

As inscrições devem ser feitas até 30 de abril de 2017, no site do Instituto Tomie Ohtake (www.institutotomieohtake.org.br), no qual há informações completas sobre a premiação, como edital, plataforma de inscrição etc.

O júri, formado pelos arquitetos Carla Juaçaba, Gustavo Penna, Nabil Bonduki e Priscyla Gomes, selecionará os dez trabalhos finalistas que participarão da exposição na sede do Instituto Tomie Ohtake, que estará aberta ao público de 10 de agosto a 17 de setembro de 2017. Na inauguração do evento, serão anunciados os vencedores.  Os arquitetos responsáveis pelos três projetos premiados receberão viagens internacionais.

Akzonobel e Instituto Tomie Ohtake vão restaurar cinco obras públicas da artista

A AkzoNobel e o Instituto Tomie Ohtake reforçam sua parceria com o anúncio de mais um projeto. Além da 4ª edição do Prêmio de Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel, com inscrições abertas, estão juntos em uma nova empreitada: a renovação de obras públicas da artista plástica Tomie Ohtake em quatro cidades paulistas. A iniciativa visa levar a visão original da autora, com suas obras de cores vivas e energizantes, aos cidadãos de São Paulo, Santo André, Santos e Guarulhos.

“Nosso compromisso é melhorar, energizar e regenerar as comunidades urbanas em todo o mundo. Esse é o princípio da nossa diretriz global Human Cities (Cidades Mais Humanas), que é tudo o que fazemos para e com a sociedade para torná-la mais humana. Portanto, participar de projetos como esse, que oferece aos locais e a seus cidadãos a oportunidade de contemplarem obras em seu melhor estado, como foram imaginadas originalmente pela artista, nos deixa muito satisfeitos”, comenta Heder Frigo, presidente da AkzoNobel Brasil.

Lançada em 2014, a iniciativa Human Cities é uma expressão ativa da finalidade da empresa de criar itens essenciais para tornar a vida das pessoas mais agradável e inspiradora. A rápida urbanização significa que um dos maiores desafios da nossa era será manter as cidades humanas. A AkzoNobel busca tornar as cidades do mundo sustentáveis para todos os habitantes. “Estamos convergindo nosso pessoal, nossos produtos e nosso propósito em comunidades locais em todo o mundo. Usando os nossos três principais pontos fortes – ingredientes essenciais, proteção essencial e cor essencial –, podemos energizar as comunidades, tornando-as um lugar melhor para se morar e viver em sociedade”, explica Frigo.

Serão cinco obras restauradas no Estado de São Paulo:

Em São Paulo

  • av23demaio_obra restaurada 2017_1Escultura de 1988 em concreto armado pintado com 40 metros de comprimento, comemorativa dos 80 anos de imigração japonesa, na Avenida 23 de maio, São Paulo. As faixas de concreto representam as quatro gerações de “nikkeis” – como são chamados os descendentes de japonês – no Brasil. As ondas ficam bem próximas umas das outras, justamente para dar a sensação de conjunto e continuidade. Essa obra foi entregue no último mês de janeiro, pelo projeto Tudo de Cor, movimento da Coral que vai ao encontro do Human Cities para levar energia e cor às cidades. Em 2015, Tudo de Cor também restaurou a obra instalada no Museu Municipal de Arte (MuMA), em Curitiba.
  • Painel_Ladeira_da_Memoria_1Painel de 1984 pintado na empena de edifício na Ladeira da Memória, no centro de São Paulo (Rua Xavier de Toledo), com 55 metros de altura. Foi a primeira obra bidimensional da artista, na qual os pintores aumentaram em 50 vezes a imagem original. Cores puras dão mais energia a quem passa na região do Anhangabaú. Será restaurado em parceria com a Repinte Técnica em Pinturas, responsável pela mão de obra.

 

 

 

 

Em Santos

  • Obra_Santos_crédito Tuca_ReinesEscultura de 2008 em aço, pintada de vermelho rubi, com 15 metros de altura, pesando 60 toneladas, no Parque do Emissário Submarino, Praia José Menino, Santos. Com vista de toda a orla, foi inaugurada pelo Príncipe Naruhito do Japão, no centenário da imigração japonesa no Brasil.

 

 

Em Guarulhos

  • Escultura de 2008 à margem da avenida de acesso ao Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos. Em aço, pintada de vermelho rubi, com 9 metros de altura e pesando 20 toneladas, celebrou o centenário da imigração japonesa no Brasil.

 

Em Santo André

  • Santo Andre_ creditoTuca_ReinesMonumento em homenagem aos trabalhadores inaugurado em 2013, no Paço Municipal de Santo André, executada em aço carbono pintado com tinta automotiva, com peso de 15 toneladas e medindo 12 metros de altura.

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